momentos felizes



Levi Nauter


Ainda bem, 2012 foi recheado de alegrias. Há quem diga que a felicidade é feita de pequenos momentos felizes. Então que seja; tive vários momentos felizes – a maioria deles proporcionada pela minha filha, a Maria Flor (www.florzinhadaminhavida.blogspot.com).sua
Mais dois outros momentos me deixaram feliz. Minha mulher concluiu a especialização em Ensino Fundamental refletindo sobre a indisciplina na escola. Sua formação em História ficou ainda mais rica e mereceu a nota máxima. Parabéns, meu amor!
De minha parte, tive a honra de ter sido selecionado em uma das sete melhores universidades do país, na área da educação, conforme a CAPES. A partir de 2013 vou cursar o Mestrado em Educação na UNISINOS (conceito 6 na CAPES). Depois de ter me debruçado em obras da educação (Chartier, Maturana, Demo, Freire, Gnerre, entre outros) ao longo de 2012, vejo como uma coroação ter sido classificado em todos os quesitos seletivos. Mais ainda, a linha de pesquisa Educação, desenvolvimento e tecnologias terá um aluno cheio de vontade de aprender e refletir teoricamente sobre os desafios da educação popular em meio à violência.
Que venham as próximas conquistas.


O DANADO DO HALLOWEEN




 
Levi Nauter



Nesta quarta-feira, dia 31-10-12, celebrou-se em diversos lugares o tal Halloween. Obviamente que, tanto por questões de tempo quanto de perder tempo, não vou ficar divagando sobre as origens dessa festinha. Não é esse o foco do meu texto. Por outro lado, corro o risco de que muitos cristãos, sobretudo os evangélicos e, destes, os mais fundamentalistas fiquem buscando minhas falhas textuais para, a partir delas, escreverem contra mim. Mas também não é esse o foco do meu texto.
Eu quero é falar sobre aqueles pais que, não podendo colocar seus filhos em escolas confessionais, querem – mesmo que indiretamente – dar ordens à escola pública.  Sim, eu trabalho em escolas públicas há 14 anos e, mesmo antes, sempre fui aluno de escola pública (a exceção da faculdade). Então falo com uma certa propriedade, embora eu não seja – graças a Deus – o dono da verdade.
Não são raras as oportunidades em que pais ou responsável por alunos e alunas chegam à secretaria da escola, para efetivarem a matrícula, e perguntam: “vocês fazem alguma festa, alguma comemoração das quais meu filho não possa participar?”. Nesses momentos eu me lembro dos episódios de Todo mundo odeia o Chris[1]. Neles, quando o Chris diz uma coisa e pensa outra, a cena mental (no caso, o que seria verdade para a personagem) aparece. Geralmente eu digo uma coisa pensando noutra. Embora eu diga “mãe (ou pai, dependendo do caso), nossa escola é pública e não se manifesta sobre nenhuma religião em especial; apenas trabalha-se com algumas datas comemorativas”. Se o pai, a mãe ou ambos são evangélicos, a primeira pergunta, acompanhada da resposta, leva a outra: “e o halloween?”.
Muitos cristãos têm verdadeira ojeriza à palavra de origem inglesa. Halloween, para esses, equivale a diabo, a prostituição ou coisa que o valha. Estranho é não terem as mesmas ressalvas em relação à palavra Natal – hoje tão explorada comercialmente quanto àquela encapetada que não quero citar. Vou homenagear essas pessoas e também vou parar de citar halloween. Vou fazer mais, riscá-la-ei do meu léxico. Assim, posso muito bem – pela cosmovisão igrejeira, me esbaldar no Natal e na Páscoa (palavras, digamos, mais sacras).
Ora, para que um filho ou filha se torne um cidadão de respeito, uma pessoa cumpridora de seus deveres e blá-blá-blá ele ou ela têm de viver. Viver a realidade. Muitos cristãos, infelizmente, confundem as coisas periféricas com aquilo que é essência. Sinto muito discordar desse pessoal, mas eu lamento que na minha infância não pude ler sobre bruxas e princesas, sobre príncipes e bruxinhos. Sinto muito que os contos de fadas não fizeram parte de um momento importante na minha primeira infância. Depois, nem a poesia tomou conta de mim. Apenas o pragmatismo, o moralismo; em seguida, o teologismo. Durante muito tempo eu fui, guardadas as devidas proporções, um Saulo, ou seja, um esquadrinhador de textos. Qualquer coisa lida tinha – obrigatoriamente – que ser útil para o dia seguinte. Manuais teológicos, chaves bíblicas e outras obras que me prescrevessem e não as que dialogassem eram as minhas preferidas. Ah, como mudei.
Quanto tempo perdi lendo monólogos e não diálogos. Como demorei para ver a bíblia como um conjunto de livros que fala de humanidades, de justiça, graça e amor divinos (e sobremaneira dos dois últimos). Que pena não ter percebido antes a importância quase divina de se ler Gabriel Garcia Marquez, Saramago, Guimarães Rosa, Machado, Drummond, Quintana, Lispector – entre tantos e tantos outros e outras profetas profanos.
Por outro lado, se vale (e acho que vale) o adágio ‘antes tarde do que nunca’, agora que ando “cheirando os quarenta anos” tenho toda a tranqüilidade que a idade vai me dando para buscar o tempo perdido. Tempo que é parte da minha história; sendo assim, em vez de ignorá-lo quero compartilhar tais experiências para que os mais novos tenham mais sorte.
A gente não deixa de ser verdadeiro cristão porque viu de perto uma abóbora fazendo careta. A gente não vai para o inferno porque tem uma vassoura igual a daquela bruxa, sabe? Tampouco perderemos a vida eterna porque gostamos de histórias fantásticas. Mas também a gente não irá para o céu porque olhava Avenida Brasil e não olha a Salve, Jorge. Esse Deus interesseiro, barganhador, que premia por tarefa é uma criação humana. Esse Deus não existe.
Há muito mais para pais e mães se preocuparem numa escola[2] do que simplesmente saber se nós (eu trabalho em duas escolas diariamente) trabalhamos o danado do Halloween ou a Semana da Consciência Negra.
A educação, inclusive a religiosa, vem de casa. A escola é um lugar onde se compartilha o conhecimento ou se transforma informação em conhecimento. Ademais, o saudável confronto de ideias é uma forma de ratificar ainda mais nossas crenças. Aprendamos isso.


[1] Todo mundo odeia o Chris é possível assistir pela TV Record e pelo canal fechado TBS.

[2] Minha mulher (de quem não sou dono) tem um trabalho muito bom sobre Violência Escolar, parte da exigência para o título de Especialista em Educação. 





novo presente



Levi Nauter


O trabalho precisa ser tal que torne a nossa vida cada vez melhor. E a comparação deve ser da gente pra gente mesmo.
Eu e minha família somos felizardos!
Outro presente está chegando, em alguns dias.











[sou um péssimo pastor]

Recebi o texto abaixo, escrito pelo Felipe Costa e postado no seu blog (http://www.merocristianismo.com/2012/04/sou-um-pessimo-pastor.html). O texto é muito bom e, sobretudo, o conteúdo é do tipo que me apetece, afinal, põe o cristianismo no lugar donde nunca deveria ter saído. 
Cada vez mais me convenço da boa decisão que tomei: deixei de frequentar templos institucionalizados há seis anos. 

Leiamos o texto.


Sou um péssimo pastor

Desculpe-me, mas sou um péssimo pastor...
...porque eu não vou mudar a minha voz para que você sinta segurança, achando que tenho alguma autoridade, quando eu falar;
...porque eu não vou pensar por você para facilitar sua jornada espiritual;
...porque eu não vou falar mais alto do que você precisa para ouvir;
...porque eu não vou lhe ensinar a determinar ou dar ordens ao Pai, como um filho mimado o faz;
...porque eu não lhe dizer que você é um vencedor quando o a sua espiritualidade está falida;
...porque eu não vou lhe ensinar a temer a Deus mais do que a amá-lo;
...porque eu não lhe direi que você é especial simplesmente por estar frequentando uma Igreja;
...porque eu não alimentarei o seu ego pregando somente as coisas que você gosta de ouvir;
...porque eu não lhe ensinarei a ser próspero a qualquer custo enquanto o mundo morre de fome;
...porque eu não lhe ensinarei a mover as mãos de Deus através de uma oferta sacrificial;
...porque eu não lhe direi que Deus me revelou algo que não está no texto, somente para fazer a mensagem melhor para você;
...porque eu não lhe direi que você não pode beber, se tatuar, ouvir músicas que não tocam na Igreja somente para facilitar o meu pastoreio;
...porque eu não vou lhe ensinar que a igreja de quatro paredes é a casa de Deus;
...porque eu não vou lhe ensinar que se você entregar o dízimo sua responsabilidade com os necessitados estará cumprida;
...porque eu não vou transformar a reunião do culto numa rave para que você fique atraído pelo ambiente;
...porque eu não vou lhe ensinar a marchar por Jesus, enquanto Ele quer que marchemos pelo próximo;
...porque eu não lhe darei uma lista do que pode ou do que não pode para você farisaicamente siga um mandamento no lugar de um Deus;
...porque eu não lhe ensinarei que há um Diabo maior do que a Bíblia conta somente para você poder colocar em alguém a sua culpa;
...porque eu não lhe ocultarei os meus erros para você pensar que é liderado por alguém melhor que você;
...porque eu não vou falar em nenhuma outra língua além da que você consegue compreender;
...porque eu não lhe tratarei melhor por causa do carro que você anda, da roupa que você veste ou do dinheiro que você põe no gazofilácio.
                                                                          
Dentre muitas outras coisas que poderia dizer: fique certo: sou um péssimo pastor.

BELA SURPRESA



Navegando nos muitíssimos videos dispostos no Youtube, tive uma bela surpresa: encontrei um grupo vocal supimpa. São os Ahmir. Suas vozes têm feito sucesso no citado site, ocupando o primeiro lugar na categoria R&B. Fui atrás e busquei o CD The Covers Collection Vol. 2. É provavel que depois eu comente por aqui alguma coisa.

Enquanto isso, curtamos um sucesso já famoso com a Adele.










também postado em www.paposmusicais.blogspot.com 

video

Levi Nauter



Enquanto os meus textos estão só comigo e não os compartilho e também enquanto me preparo para alçar novos voos, compartilho aquilo que ando ouvindo. Por ora, estou fissurado por algo que já fiz quando mais novo: cantar em dueto. Eu adoro isso.

Michael Bublé com Nelly Furtado.







video 25 - Stuart Townend

cantando classicos da música cristã, vale a pena ouvi-lo.


NATAL 2011

Levi Nauter




Neste ano decidi não buscar novidades em termos de música de natal. Já se sabe quais são, digamos, os clássicos dessa época. Assim, repito minhas audições de anos anteriores (basta verificar o dezembro de 2009 e 2010).
Mas há uma novidade nesse ano que não pude deixar de buscar. Trata-se do CD natalino do excepcional Michael Bublé. O cantor canadense arrasa na voz e bem aproveita os belos arranjos jazzísticos. Destaco a famosa Jingles Bells cujos vocais das The Puppini Sisters foram estonteantemente muito bem feitos. Vocais que me fizeram buscá-las. O CD de natal delas também é muito bom, dentro da proposta delas, claro, de música antiga.
Para finalizar, já que estou no ritmo, tenho uma sugestão para quem gosta de vocais. Trata-se do belo trio Wilson Philips. Em Christmas in harmony revela a mesma suavidade que conheci em 1994 com o disco Hold on. Vale a pena ouvi-los.
 






















Para conferir os bastidores de Jinlge Bells:



http://www.youtube.com/watch?v=y2Htw8nRuTk&hd=1




zzzzzzzzzzzzzzz

Levi Nauter


Não ando com vontade de escrever, exceto para minha filha. Sigo trabalhando manhã, tarde e noite. Os poucos momentos que tenho (finais de semana e quartas-feiras) opto por ficar em casa com as minhas duas flores. Divirto-me com elas e com as leituras que fazemos juntos; com os filmes que vemos, com as músicas que ouvimos e dançamos (do nosso jeito, claro) e com as pipocas, bolos e chás com os quais nos alimentamos. Hummmm!
Que difícil está sendo emagrecer.
Continuo feliz sem ter Orkut, Facebook e outras quinquilharias que só tomam nosso tempo e nos dão a ilusão de companhias. Esse papo de convivência com as pessoas e blá-blá-blá não passa disso mesmo. Gente é pra se ver no tete-a-tete. Se amigos, mais ainda.
Um dia eu volto. Nada no mundo cristão tem me feito parar para escrever. Nem  a neurose da caça aos gays, nem esse evangelho que anda por aí. Então é melhor ficar quieto. Tenho mais o que fazer.
Se houver algum interesse: WWW.florzinhadaminhavida.blogspot.com

confiança


Levi Nauter

 

Hoje tive de andar aproximadamente dois quilômetros, a pé, da oficina de carros até a casa da minha sogra. Trajeto simples não fossem os trinta graus de calor e o descaso do serviço público para com o cidadão que paga em dia seus impostos (asfalto e calçada esburacados).
No trajeto, duas cenas chamaram minha atenção. Na primeira, um automóvel Uno, branco, de idade avançada, exibia três adesivos idênticos, na traseira e nas laterais: eu vou vencer (com uma foto de meio corpo do RR Soares). A outra cena foi numa rua feia, de casas feias (porque sujas, sem atrativos estéticos e antigas – anos 70). Num terreno com quatro casebres, a primeira casa possuía uma plaqueta com letras mal pintadas: joga-se cartas. Com as duas imagens segui meu caminho. No entanto, a inquietação me tomou. Comecei a divagar até que cheguei ao tema da confiabilidade.
Estou me recuperando de um pequeno procedimento cirúrgico e, por mais simples que seja, quem me operou foi um médico no qual confiei. Outros médicos sugeriram a cirurgia, um outro explicou-me o procedimento. Em nenhum deles eu sentira ‘firmeza’. Nenhum estabeleceu comigo a confiabilidade. Mas o que me operou sim. Com ele eu relaxei. Depois da consulta eu cheguei em casa e disse pra Lu: “os outros médicos não me interessaram, quero ser operado por esse doutor nem que eu tenha de pagar”. E assim foi.
Voltando aos deuses, porque a meu ver trata-se dessas entidades, eu não via criticidade nos lugares onde estavam as placas. O que teria levado o dono ou a dona do carro a colocar um adesivo daqueles no carro? Seria a frase? Seria a foto? Ou as duas coisas? E qual a diferença entre EU VOU VENCER para o RR e EU VOU VENCER para o usuário do adjetivo? Lembremos que um estava com um Fiat Uno, o outro, continua a oferecer milhões por showzinho (ao que parece cogitou comprar o SBT. Pode parecer razoável a um querer trocar de carro, enquanto que para o outro não é menos razoável intentar ampliar seu poder de mídia. Um último questionamento: qual a diferença entre ter e não ter a foto do RR nesses adesivos?
Adiante na divagação vem a placa no casebre. É possível confiar em quem joga cartas e vive na miséria terrível? Por que quem prevê o futuro a outrem não prevê para si próprio algo bem bom? O deus dessa ou desse “carteiro/carteira” sente prazer com o submundo de seus mensageiros?
Adianto-me em dizer que sou um crente. Creio na importância de se ter sonhos, objetivos, propósito. Creio também na relevância de se buscar meios (mais de um) que proporcione a realização dessas metas o mais rápido possível. Eu ainda creio em milagres (o que alguns chamariam de sorte). Descreio, contudo, de crenças em cartas, frases de efeito, em coisas do tipo The Secret. Não creio em milagres com copo d’água e/ou com foto desse ou daquele santo forte (e nisso se inclui o nada santo RR). Na mesma proporção desacredito do fatalismo, aquelas coisas do tipo ‘o que você faria se só tivesse 30 dias para viver?’. Piorou ainda a falácia do ‘Deus é que sabe’, ou ‘Deus quis assim’, ou ‘Se Deus quiser’ – entre outras.
Como diria O rappa, “minha fé é minha cultura”.
Acredito nas minhas pernas, nos meus braços, nos cinco sentidos e na força de vontade. A ética, a dignidade, a legalidade, o bom senso, a cooperação, a humildade/simplicidade, tudo pode me levar à realização daquilo que vislumbro. Como um cristão sem igreja (e não sem um Deus, com quem venho buscando uma relação mais baseada na Graça) acredito que o Todo-poderoso é quem me dá forças ao longo do caminho.
Portanto, eu jamais colocarei adesivos com frases de efeito em meu carro. Ademais, símbolo nenhum que identifique a minha crença. Penso que quem faz isso tem muito mais responsabilidade em aliar discurso com prática. Outros há por aí, por exemplo, que com símbolos e dizeres cristãos ultrapassam o sinal vermelho. É tempo de coerência.
Eu não sei jogar cartas e nunca fui a alguém atrás disso. A bem da verdade, não creio que cartas possam me dizer algo. Elas não convivem comigo. Somente pessoas podem me sugerir o que fazer; mas as que comigo convivem. Se, porém, eu fosse procurar um ou uma cartomante – num momento de irracionalidade – não seria alguém com uma vida parecida com a minha ou menos. Não seria com quem quer prever meu futuro sem ter previsto o seu próprio porvir. Teria de ser alguém que me pudesse servir de modelo, exemplo naquilo que eu busco; haveria de ter uma conduta séria, ética, legalizada e ilibada. Do contrário eu agradeceria. Um cego não pode guiar outro.
A confiabilidade não se dá por placas ou adesivos. É mais profunda, advém da relação.




NOTA
Texto escrito em 18-01 e digitado em 02-02-2011. Digitado ao som do trio Lady Antebellum, CD Need You Now.


meu jardim

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minha alegria

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Maria Flor

Sobre este blog

Para pensar e refletir sobre o cotidiano de um cristianismo que transcende as quatro paredes de um templo.


"Viver é escolher, é arriscar-se a enganar, aceitar o risco de ser culpado, de cometer erros" [Paul Tournier]

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  • discografia do ótimo John Mayer

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LEVI NAUTER DE MIRA, doutorando em educação (UNISINOS), mestre em educação (UNISINOS) e graduado em Letras-português e literatura (ULBRA). Tenho interesse em livros de filosofia, sociologia, pedagogia e, às vezes, teologia. Sou casado com a Lu Mira, professora de História, e pai da linda Maria Flor. Adoramos filmes e séries.

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  • textos sobre EDUCAÇÃO (livros, revistas, artigos)
  • PROIBIDA A ENTRADA DE PESSOAS PERFEITAS, de John Burke
  • OS DESAFIOS DA ESCRITA, de Roger Chartier